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	<title>Laboris &#187; Artigos e Notícias</title>
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	<description>Conectar Ideias. Desenvolver Soluções.</description>
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		<title>Os novos pilares da arquitetura de TI do varejo</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2014 19:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ideias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A arquitetura de sistemas de uma empresa do varejo gira em torno do “controle de estoque”! Esta afirmação permaneceu válida até recentemente. É a partir do controle de estoque que eram definidas as demandas de compras, e, pelo lado financeiro as demandas de contas a pagar e alavancagem. Da mesma forma, a partir da captura [...]</p><p>The post <a href="http://laboris.com.br/os-novos-pilares-da-arquitetura-de-ti-do-varejo/">Os novos pilares da arquitetura de TI do varejo</a> appeared first on <a href="http://laboris.com.br">Laboris</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A arquitetura de sistemas de uma empresa do varejo gira em torno do “controle de estoque”! Esta afirmação permaneceu válida até recentemente. É a partir do controle de estoque que eram definidas as demandas de compras, e, pelo lado financeiro as demandas de contas a pagar e alavancagem. Da mesma forma, a partir da captura das vendas, dão-se as baixas de estoque e redundam os processos de apuração de comissões, e pelo lado financeiro, o contas a receber e o fechamento do fluxo de caixa. Básico não é?</p>
<p>Enfim, a cadeia de valor básica do varejo tinha como centro o estoque, e como processos ancilares os módulos financeiros e de RH. Mas a “grande inteligência” sempre esteve voltada ao estoque&#8230; Sortimento, profundidade, dispersão, preço&#8230;</p>
<p>Arrisco a dizer que a grande busca de eficiência do varejo, na maior parte das empresas do ramo, em todos os portes, continua a ser centrada no estoque. É mesmo fundamental.</p>
<p>Mas, o mundo mudou. O cliente mudou, o tabuleiro da concorrência mudou&#8230;</p>
<p>O novo pilar que se apresenta, em condições de disputar a primazia com o “controle de estoque”, é o do “conhecimento dos clientes”, em linguagem de TI, o CRM.</p>
<p>Não é tão novidade assim. Mas no varejo de vários canais (<em>omni-channel</em>), a gestão sobre o cliente, suas interações e transações com a empresa, passa a ser um “<em>must</em>” no universo de informações que a organização tem que gerir. É um imperativo!</p>
<p>A nova inteligência do varejo, passa a tratar informações sobre clientes, no agregado e em cada um em particular e singular, com um rigor, completeza e complexidade nunca antes requerida. Esta inteligência passa a ser mais que um diferencial em relação a concorrência. Passa a ser base para os processos operacionais do dia a dia do negócio.</p>
<p>Quando um cliente começa a interação com um varejista por uma pesquisa na web, uma avaliação no Facebook, uma comparação de preço no <em>smatrphone</em>, um engajamento e conhecimento na loja e um fechamento na outra filial, ou na web ou no <em>smartphone</em>,&#8230; Ai do varejista que, por falta de sistema, perde o fio da meada, e não consegue acompanhar&#8230; Perde a venda e o cliente.</p>
<p>É novo, é desafiador, mas é como é. Os novos desenhos de Arquitetura de TI passam a ter que dar a mesma dimensão que sempre deram a “inteligência do estoque” ao “gerenciamento do cliente”.</p>
<p>Ainda mais uma sentença. O mercado irá avaliar o nível de excelência em gestão e valor de ativo para as empresas que tiverem domínio sobre seu “cadastro de clientes”. Ele, por si só, quando bem gerido, pode ser o grande ativo de um varejista.</p>
<p><em>João Rios</i></p>
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		<title>NAB 2013 &#8211; Fluxos de Trabalho para Eventos de Missão Crítica – Londres 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 16:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>NAB 2013 NBC– Cobertura das Olimpíadas de Londres 2012 A NBC realizou a cobertura das Olimpíadas de Londres em 2012, e expôs alguns detalhes desta difícil tarefa no painel Fluxos de Trabalho para Eventos de Missão Crítica, no qual nossa Diretora Corina Engel esteve presente. De acordo com Darryl Jefferson, diretor de operações de pós-produção [...]</p><p>The post <a href="http://laboris.com.br/nab-2013-fluxos-de-trabalho-para-eventos-de-missao-critica-casos-de-sucesso-londres-2012/">NAB 2013 &#8211; Fluxos de Trabalho para Eventos de Missão Crítica – Londres 2012</a> appeared first on <a href="http://laboris.com.br">Laboris</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.laboris.com.br/wp-content/uploads/2013/05/NBC-Olympics-big-logo2-400x217.jpg" alt="NBC-Olympics-big-logo2" width="400" height="217" class="alignnone size-medium wp-image-1463" /></p>
<p>NAB 2013<br />
NBC– Cobertura das Olimpíadas de Londres 2012</p>
<p>A NBC realizou a cobertura das Olimpíadas de Londres em 2012, e expôs alguns detalhes desta difícil tarefa no painel Fluxos de Trabalho para Eventos de Missão Crítica, no qual nossa Diretora Corina Engel esteve presente.</p>
<p>De acordo com Darryl Jefferson, diretor de operações de pós-produção da Divisão Olímpica da NBC, foram produzidas 1792 horas de cobertura. Por dia foram mais de 100 horas de cobertura e, no total do evento, 3.500 horas de streaming. Uma pessoa levaria 7 meses e meio, 24h por dia, para assistir a todo o conteúdo.</p>
<p>Na gestão dos ativos das transmissões denominadas Record Wall e Highlights Factory, foi utilizada a solução Interplay MAM (Media Asset Management), da empresa americana Avid. Através da solução de MAM, os usuários tinham acesso aos arquivos dos jogos olímpicos quase que instantaneamente, podiam pesquisar através de 4 estratos de metadados para localizar as filmagens e as equipes globais puderam coordenar seus esforços facilmente.</p>
<p>Resultados<br />
Foi o evento na TV mais assistido na história dos EUA, com 219 milhões de telespectadores. A NBC obteve mais noites de prime viewers, 30 milhões a mais de do que as Olimpíadas de Beijing e Atenas combinadas.</p>
<p>A transmissão digital inovou em cada categoria:<br />
•	1.8 bilhões de pageviews<br />
•	160 milhões de transmissões (streams), dos quais 65 foram ao vivo<br />
•	95 milhões de transmissões on-demand<br />
•	82 milhões de visualizações únicas<br />
A NBC afirmou que o resultado da cobertura das Olimpíadas de Londres de 2012 ultrapassou todas as expectativas em audiência, no canal digital, em consumo e em receitas.</p>
<p>Luisa Brandt<br />
Consultora</p>
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		<title>NAB 2013 &#8211; Fluxos de Trabalho para Eventos de Missão Crítica – SFG</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 17:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>NAB 2013 &#8211; San Francisco Giants Productions No painel Fluxos de Trabalho para Eventos de Missão Crítica (Workflows for Mission Critical Events), nossa Diretora Corina Engel assistiu a palestras sobre casos de sucesso na cobertura de eventos. Para cobrir eventos de grande escala são necessárias organização, habilidade e ferramentas adequadas e, neste painel, os profissionais [...]</p><p>The post <a href="http://laboris.com.br/nab-2013-fluxos-de-trabalho-para-eventos-de-missao-critica-casos-de-sucesso/">NAB 2013 &#8211; Fluxos de Trabalho para Eventos de Missão Crítica – SFG</a> appeared first on <a href="http://laboris.com.br">Laboris</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.laboris.com.br/wp-content/uploads/2013/05/SFG_Productions.jpg" alt="SFG_Productions" width="300" height="300" class="alignnone size-full wp-image-1409" /></p>
<p>NAB 2013 &#8211; San Francisco Giants Productions</p>
<p>No painel Fluxos de Trabalho para Eventos de Missão Crítica (Workflows for Mission Critical Events), nossa Diretora Corina Engel assistiu a palestras sobre casos de sucesso na cobertura de eventos.  Para cobrir eventos de grande escala são necessárias organização, habilidade e ferramentas adequadas e, neste painel, os profissionais da área de radiodifusão e conteúdo falaram sobre como eles trazem ao público grandes eventos de notícias e esportes, de forma eficiente e impecável.<br />
O palestrante Chris Gargano apresentou o SFG Productions, a empresa de produção dos San Francisco Giants. Os San Francisco Giants são um time de baseball da liga principal dos EUA. Possuem sete títulos mundiais e já esgotaram os ingressos de 168 jogos no estádio AT&#038;T Park, onde está localizado o escritório dos San Francisco Giants.<br />
O SFG Productions desenvolveu o programa de TV Inside the Clubhouse, um programa com depoimentos dos jogadores e bastidores das competições. O primeiro show foi ao ar no canal Comcast SportsNet Bay Area em janeiro de 2009, e atualmente são produzidos 10 episódios por ano. Os San Francisco Giants foram a primeira equipe de baseball da liga principal a produzir para o canal MLB Network, pela emissora americana NBC. O programa é aproveitado para criar oportunidades para marketing.<br />
Além de programas de TV, o SFG Productions atua em vídeos e jogos, produz todos os spots  dos Giants para marketing em TV, rádio e internet, e possui o website SFGiants.com, com conteúdo on-demand e transmissão ao vivo.<br />
O conteúdo on-demand do SFGiants.com estreou no SFGLive, e possui entrevistas exclusivas e acesso aos bastidores. Além disso, o conteúdo disponibilizado incorpora patrocinadores, oferta de ingressos e datas dos próximos episódios do programa Inside the Clubhouse. Na transmissão ao vivo, são exibidos mais de 25 programas por ano. São registradas, em média, 7.000 impressões por programa, envolvendo fãs através do twitter e do facebook e aproveitando o espaço para promover os próximos eventos e ofertas exclusivas de ingressos.<br />
Chris Gargano afirmou que o SFG Productions foi criado porque se chegou à conclusão de que o fã de esportes está evoluindo, e os San Francisco Giants precisam acompanhar esta evolução, precisam se adaptar para continuarem relevantes. </p>
<p>Luisa Brandt<br />
Consultora</p>
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		<title>NAB 2013 &#8211; Medição de Audiência na 2ª Tela</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 19:52:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Um dos desafios da segunda tela é a dificuldade de medir a audiência. Estão surgindo algumas tecnologias de medição de audiência, e alguns exemplos foram apresentados pela ABP News, TEliBrahma e Nielsen. Nossa diretora Corina Engel foi à NAB e ouviu sobre essas novas tecnologias. ABP News e TeliBrahma &#8211; Integrando a TV com o [...]</p><p>The post <a href="http://laboris.com.br/nab-2013-medicao-de-audiencia-na-2a-tela/">NAB 2013 &#8211; Medição de Audiência na 2ª Tela</a> appeared first on <a href="http://laboris.com.br">Laboris</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.laboris.com.br/wp-content/uploads/2013/05/600880_526190994110565_72628302_n-400x283.jpg" alt="NAB 2013" width="400" height="283" class="alignnone size-medium wp-image-1258" /></p>
<p>Um dos desafios da segunda tela é a dificuldade de medir a audiência. Estão surgindo algumas tecnologias de medição de audiência, e alguns exemplos foram apresentados pela ABP News, TEliBrahma e Nielsen. Nossa diretora Corina Engel foi à NAB e ouviu sobre essas novas tecnologias.<br />
ABP News e TeliBrahma &#8211; Integrando a TV com o Celular<br />
De acordo com os palestrantes Ram Akrishnan Laxman, do canal de TV indiano ABP News, e Suresh Narashima, CEO da TEliBrahma – empresa indiana que fornece soluções de marketing no celular, o envolvimento do usuário é a nova metodologia de medição de audiência na TV. A mídia digital, especialmente no celular, se provou muito efetiva em fornecer medições acuradas e analytics, ajudando os stakeholders a analisar seus retornos sobre investimentos.<br />
Algumas limitações nas ferramentas de medição atuais foram citadas, tais como: falta medição no nível individual, ignoram-se as pessoas que assistem TV nas outras telas (como o celular) e também as pessoas que assistem TV em locais fora de suas casas.<br />
Mas é possível integrar o celular com a televisão, trazendo inclusive vantagens para os provedores de conteúdo e para usuários. Pelo celular, é possível saber a localização do usuário. Ainda, aproveitando a tecnologia de reconhecimento de imagem no celular, a solução poderia ser transformada em dispositivo para oferecer benefícios para todos os stakeholders (radiodifusores, anunciantes, agências e espectadores). Entretanto, existem alguns problemas para o reconhecimento de imagem, como, por exemplo, o tipo de câmera embutida em cada aparelho celular, que pode variar muito. Para tornar o usuário 100% reconhecível, foi feita uma mudança do reconhecimento visual para reconhecimento de áudio. O áudio pode ser utilizado com diferentes tipos de reconhecimento, como a voz ou impressão digital de áudio.<br />
Um dos benefícios deste novo modelo de solução é que, diferentemente de outros modelos, não somente encontra-se o conteúdo assistido, mas, mais importante, é possível saber em que canal ele está sendo assistido. Isto é muito importante, pois, por exemplo, anúncios da Coca-Cola em um canal de música e em um canal de esportes podem gerar nos usuários envolvimentos completamente diferentes. </p>
<p>Os palestrantes apresentaram também alguns resultados da medição de audiência no celular:<br />
•	Mais de 5.000 interações em um programa de 4 horas que atinge 500.000 usuários<br />
•	Cada interação dura uma média de 6 min<br />
•	O custo de envolvimento foi menor do que 5% do custo de ativações por usuário<br />
Nielsen – Soluções para Celular e Ipad<br />
A divisão da Nielsen denominada Watch mede o que os consumidores estão assistindo em todas as telas: TV, computador, celular/smartphones, tablets, etc. A Watch mede audiências em todo o mercado de TV nos EUA e em 29 países, engloba 80% dos usuários de internet no mundo e analisa clientes de celulares em 10 países.<br />
Scott Brown, Sênior VP de Engenharia e Relações Estratégicas da Nielsen, apresentou as maiores necessidades dos clientes da Watch:<br />
•	Qual conteúdo foi consumido por demografia, plataforma, dispositivo?<br />
•	Como posso rentabilizar melhor a audiência?<br />
•	A quem estou atingindo online?<br />
•	Minha campanha foi efetiva?</p>
<p>A Nielsen desenvolveu recentemente uma nova e altamente resiliente abordagem de marca d’água de áudio, conhecida simplesmente como Nielsen Watermarks. Esta marca d’água opera em uma faixa de frequência mais baixa, entre 2.99 kHz e 5.2 kHz. O uso de uma frequência mais baixa proporciona importantes melhorias:<br />
1)	Permite a criação de uma marca d’água mais robusta e com maior capacidade de sobrevivência<br />
2)	Permite a sobrevivência à compressão, especialmente na Internet e no celular<br />
3)	Provê a habilidade de inserir uma marca d’água em dados para propósitos de identificação comercial<br />
4)	Oferece indicadores para VOD e outros conteúdos<br />
5)	Oferece suporte à marca d’água baseada em arquivos<br />
6)	Permite a captação de microfone sem fio para futuras soluções de medição<br />
A Nielsen apresentou também seu produto para medir a audiência no Ipad, que será lançado em 2014 nos EUA. Os Ipads são muito utilizados para streaming, e-mail, navegação online, música e jogos. Vários provedores de conteúdo já possuem aplicativos IOS na loja de apps da Apple, como: Cablevision, Comcast, HBO e Time Warner Cable.<br />
Para desenvolver este produto, a Nielsen está utilizando a marca d’água de áudio. Foram realizados uma prova de conceito e testes de 2 semanas com família e amigos de funcionários da empresa. A empresa afirmou que o produto está sendo desenvolvido buscando garantir a segurança dos dados e, durante a fase de teste, em 95% do tempo medido os resultados bateram com o que os consumidores estavam assistindo no Ipad.<br />
Quando a barreira de medição de audiência na 2ª tela for vencida, será mais fácil monetizar o conteúdo nestes dispositivos. </p>
<p>Luísa Brandt<br />
Consultora</p>
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		<title>NAB 2013 &#8211; Futuro da Transmissão de Televisão</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 19:48:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Durante a NAB, foi apresentado o FOBTV. A iniciativa denominada em português O Futuro da Transmissão de Televisão (Future of Broadcast Television Initiative) é uma associação sem fins lucrativos, sem personalidade jurídica, que visa desenvolver tecnologias para sistemas de radiodifusão terrestre da próxima geração e fazer recomendações para organizações de padronização ao redor do mundo. [...]</p><p>The post <a href="http://laboris.com.br/nab-2013-futuro-da-transmissao-de-televisao/">NAB 2013 &#8211; Futuro da Transmissão de Televisão</a> appeared first on <a href="http://laboris.com.br">Laboris</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.laboris.com.br/wp-content/uploads/2013/05/NAB-03-400x262.jpg" alt="NAB 2013" width="400" height="262" class="alignnone size-medium wp-image-1253" /></p>
<p>Durante a NAB, foi apresentado o FOBTV. A iniciativa denominada em português O Futuro da Transmissão de Televisão (Future of Broadcast Television Initiative) é uma associação sem fins lucrativos, sem personalidade jurídica, que visa desenvolver tecnologias para sistemas de radiodifusão terrestre da próxima geração e fazer recomendações para organizações de padronização ao redor do mundo. Nossa sócia Corina Engel esteve na NAB e trouxe algumas impressões sobre FOBTV.<br />
A associação foi fundada por 13 organizações líderes de transmissão de televisão em 11/11/11 exatamente às 11:11&#8217;11&#8243;. Os membros representam emissoras, fabricantes, operadores de rede, organizações de padronização, institutos de pesquisa e outros em mais de 20 países do mundo todo. Representando o Brasil, a TV Globo e a SET (Sociedade de Engenheiros de Televisão) estão entre as organizações fundadoras.<br />
De acordo com o palestrante Wenjin, PhD pela Universidade de Xangai e cientista-chefe do Centro de Pesquisa Nacional de Engenharia de TV Digital da China, o FOBTV irá recomendar tecnologias a serem usadas. Até agora, 61 casos de uso foram recebidos. Os membros definirão um padrão harmonizado, o uso mais eficiente do espectro e uma integração inteligente entre tecnologias. Foi definido um modelo com 4 camadas, cada uma tem um comitê, baseado nos casos de uso e em cenários traçados:</p>
<p>1. Camada física: tecnologia de transmissão<br />
2. Camada de rede<br />
3. Camada de dados e gestão<br />
4. Camada de aplicação<br />
A previsão é que os encontros do FOBTV terminem no final de 2014.</p>
<p>Luísa Brandt<br />
Consultora</p>
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		<title>NAB 2013 &#8211; 2ª Tela</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 19:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A transmissão de televisão evolui constantemente, resultado do avanço tecnológico e da mudança de expectativas dos consumidores. Múltiplas plataformas e dispositivos de mídia pessoais, unidos ao aumento da competição no mercado de conteúdo, estão impactando a forma como este está sendo produzido, gerenciado e distribuído. Nossa sócia Corina Engel esteve na NAB e trouxe algumas [...]</p><p>The post <a href="http://laboris.com.br/nab-2013-2a-tela/">NAB 2013 &#8211; 2ª Tela</a> appeared first on <a href="http://laboris.com.br">Laboris</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.laboris.com.br/wp-content/uploads/2013/05/11912_521665311229800_1303531256_n-400x287.jpg" alt="NAB 2013" width="400" height="287" class="alignnone size-medium wp-image-1250" /></p>
<p>A transmissão de televisão evolui constantemente, resultado do avanço tecnológico e da mudança de expectativas dos consumidores. Múltiplas plataformas e dispositivos de mídia pessoais, unidos ao aumento da competição no mercado de conteúdo, estão impactando a forma como este está sendo produzido, gerenciado e distribuído. Nossa sócia Corina Engel esteve na NAB e trouxe algumas das principais discussões a respeito do novo cenário da TV.<br />
A segunda tela tem sido um tema abordado pelas principais emissoras de televisão e portais nos últimos tempos. O termo segunda tela se refere a um dispositivo eletrônico adicional (como tablets e smartphones) que permite ao público de televisão interagir com o conteúdo que ele está consumido, como programas de TV, filmes, música ou vídeo games. Dados adicionais são exibidos em dispositivos portáteis, sincronizados com o conteúdo que está sendo assistido na televisão. Nos Jogos Olímpicos de 2012, o jornal londrino The Guardian, aproveitou a oportunidade para criar uma rede mundial de especialistas, à qual os internautas podiam acessar enquanto os jogos estavam sendo transmitidos na TV. O anúncio tinha o seguinte apelo: “Siga-os enquanto eles escrevem pelo Twitter durante os jogos para colher a energia da atividade ao vivo e compartilhe visões técnicas ou triviais”.</p>
<p>Conteúdo multitelas</p>
<p>Uma das palestras da NAB, intitulada “Como será o conteúdo da rede no futuro?” teve foco nas novas tendências que estão impactando os radiodifusores, provedores de serviços e operadoras de rede enquanto eles tentam atingir os consumidores multitelas e “Always On.”<br />
A palestrante indiana Maitryei Krishnaswamy, da empresa de comunicação americana Verizon, afirma que o atual consumo de conteúdo é multitelas, isso não pode ser ignorado. A Verizon busca personalizar o conteúdo para celular. Por exemplo, se o usuário está indo para Dallas, oferecem alguns episódios da série Dallas.<br />
Além disso, o consumidor atual quer a programação linear da TV no celular. De acordo com pesquisa realizada com consumidores de TV no celular nos EUA, a média seria de 60 minutos/ dia de uso. Existem algumas barreiras à transmissão de conteúdo pelo celular. Por exemplo, não é possível transmitir esportes da mesma forma que são transmitidos na TV, porque o conteúdo tem muito mais movimento e exige mais banda para que seja transmitido sem as irritantes paralisações momentâneas. “Não existe muito conteúdo de esporte no Netflix”, disse Erik Moreno, Senior VP da Fox.<br />
O fato é que a transmissão está se tornando móvel. Fernando Bittencourt, diretor de Engenharia da TV Globo, falou sobre o uso de 1seg &#8211; tecnologia de transmissão digital de TV para aparelhos portáteis com áudio e vídeo – para a transmissão para celulares, ônibus e carros. A TV Globo pretende ter escala e audiência advinda de todas as mídias.<br />
Clyde Smith, da Fox, falou sobre a necessidade de produção de conteúdo que seja transportável para todas as mídias. A Fox está começando a personalizar as ofertas de conteúdo de acordo com o perfil do telespectador.<br />
Um dos principais desafios é entender as preferências do novo consumidor. É tarefa de grande complexidade acompanhar os hábitos de assistir aos conteúdos em smartphones e tablets, em razão da enorme quantidade de fabricantes e tecnologias, que são atualizadas com frequência. Os provedores de conteúdo têm dificuldade de atualizar os softwares para as versões novas dos dispositivos. Um segundo desafio apontado é a dificuldade de medir a audiência em um ambiente multitelas. Alguns produtos já estão sendo desenvolvidos pelas empresas para tentar medir a atual audiência fragmentada. Existe ainda outra dificuldade trazida pela segunda tela: a rentabilização do conteúdo. Ainda está em debate qual o melhor modelo de negócio para rentabilizar o conteúdo online.</p>
<p>Concorrência no mercado de TV</p>
<p>A concorrência no mercado de TV se modificou, porque agora todas as mídias estão competindo pela atenção do consumidor. E a produção para mídia digital é muito diferente da produção para TV. As diferenças estão na linguagem, agilidade e acuracidade da informação. Para se ter uma ideia, a produtora americana Bunim / Murray separou equipes de produção de TV e para mídias digitais, e até mesmo os prédios foram separados.<br />
Podemos identificar um processo de democratização da produção e da distribuição. Mas nem todos os players conseguem reter a atenção do consumidor, porque o conteúdo precisa ser atrativo. O novo consumidor é fiel ao conteúdo que lhe interessa, ele não se importa tanto com a plataforma. Agora, o individual é parte da transmissão e é necessário dar ao consumidor aquilo que ele quer, quando e onde ele quiser.</p>
<p>Luísa Brandt<br />
Consultora</p>
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		<title>NAB 2013 &#8211; Fórum de Tecnologia – A Evolução da Tecnologia de Resolução de TV</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 19:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1246" alt="Print" src="http://www.laboris.com.br/wp-content/uploads/2013/05/NAB09_Logo_RGB-400x100.jpg" width="400" height="100" /></p>
<h3>NAB 2013</h3>
<p>Fórum de Tecnologia – A Evolução da Tecnologia de Resolução de TV</p>
<p>O ciclo de palestras do encontro SET e Trinta na NAB, organizado pela SET (Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão), foi bastante movimentado. Algumas das principais apresentações foram as palestras sobre as tecnologias 4K e 8K de resolução de TV. A sócia Corina Engel esteve na NAB e trouxe as principais impressões relativas à evolução na tecnologia de TV.<br />
A indústria de televisão está sempre em busca de melhorias na qualidade da imagem e do som transmitidos aos telespectadores. A sequência de evolução da resolução da TV foi a seguinte até agora: SD (Standard Definition), HD (High Definition), Full HD (Full High Definition), 2K. Atualmente, a tecnologia 4K está sendo testada e o 8k (ou Super Hi-Vision) está sendo desenvolvido no Japão.<br />
O SDTV refere-se a sistemas televisivos que tenham uma resolução de imagem que alcance certos padrões, mas que não são considerados TV de alta definição. Sobre HD e Full HD, existem diferenças em relação à resolução que as imagens podem alcançar. Quando falamos na resolução máxima que pode ser exibida em aparelhos HDTV surge então a expressão Full HD, que significa alta definição total. Os aparelhos com tecnologia HDTV podem chegar a uma resolução de 1280&#215;720 pixels. Já o Full HD chega a resoluções maiores: 1920&#215;1080 pixels.<br />
A resolução 2K é aplicada às imagens que tem 2048&#215;1080 pixels. Foi idealizada pelo DCI (Digital Cinema Initiative, consórcio formado pelos principais estúdios de Hollywood) no final da década de 1990, e a partir dos anos 2000 começou a fazer parte da primeira geração das telas de cinema digital e nas salas IMAX. A transmissão 2K está disponível em pouquíssimos aparelhos de televisão, pois foi direcionada às produções de cinema e poucas emissoras investiram nessa técnica.<br />
A resolução 4K tem 4096 x 2160 pixels, e sua qualidade é quatro vezes maior que as TVs Full HD atuais. Erick Soares, da Sony, falou sobre a tecnologia 4K, que atualmente é pensada como alternativa para transmissões ao vivo, pois através dela é possível fazer zoom virtual sem perda de qualidade da imagem. Já são comercializadas câmeras, monitores e gravadores em 4k, e serão feitos testes de transmissão ao vivo e no pós-produção da Copa das Confederações deste ano de 2013. Os filmes O Hobbit e Avatar foram produzidos utilizando a tecnologia 4K.<br />
Tecnologia 8K (Super Hi-Vision)<br />
A tecnologia Ultra High Definition Television (UHDTV) em 8K, também conhecida como Super Hi-Vision, está em desenvolvimento no Japão, sob a liderança da emissora NHK. De acordo com Takayuki Yamashita, da emissora NHK, a emissora começou a pesquisa e desenvolvimento em UHDTV em 1995. Esta tecnologia permite reproduzir imagens com até 7.680 x 4.320 pixels, que representa 16 vezes o número de pixels permitidos em uma imagem High Definition (HD) atual.<br />
O palestrante Kenichi Murayama, também da NHK, explicou que a emissora está estudando, em particular, as tecnologias de ampla capacidade de transmissão para prover serviços residenciais com conteúdo de grande volume, na próxima geração de radiodifusão digital terrestre.<br />
Esta nova geração utiliza telas gigantes, contando com múltiplos de pontos para as imagens, bem como captação dos sons de todo o ambiente. Os técnicos japoneses informam que os telespectadores terão a mesma sensação de estarem presentes no local onde está se realizando o espetáculo, com a percepção até da profundidade, mesmo não se tratando de um sistema tridimensional.<br />
A NHK apresentou a tecnologia 8K durante as transmissões dos Jogos Olímpicos de Londres em 2012, utilizando 3 câmeras para o teste. Além disso, em 2013, a emissora trouxe uma equipe para fazer experiências com a TV Globo durante o Carnaval do Rio de Janeiro, visando desenvolver mais a tecnologia. O carnaval foi o conteúdo escolhido porque tem muito movimento, cores e detalhes, sendo ideal para a tecnologia 8k. A NHK está testando o 8K para utilizar nos Jogos Olímpicos de 2016, e o planejado é que em 2020 a transmissão possa ser feita utilizando o Super Hi-Vision.</p>
<p>Luísa Brandt<br />
Consultora</p>
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		<title>TV 2.0 – O novo cenário da televisão</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 19:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A 8ª edição do Congresso TV 2.0 teve como tema a disputa no mercado de televisão por diferentes players na distribuição de conteúdo para múltiplas plataformas. O evento aconteceu no dia 4 de abril, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. O TV 2.0 abordou as principais questões relativas ao crescimento dos serviços [...]</p><p>The post <a href="http://laboris.com.br/tv-2-0-o-novo-cenario-da-televisao/">TV 2.0 – O novo cenário da televisão</a> appeared first on <a href="http://laboris.com.br">Laboris</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.laboris.com.br/wp-content/uploads/2013/05/534408_518522478210750_1561237770_n-400x258.jpg" alt="534408_518522478210750_1561237770_n" width="400" height="258" class="alignnone size-medium wp-image-1242" /></p>
<p>A 8ª edição do Congresso TV 2.0 teve como tema a disputa no mercado de televisão por diferentes players na distribuição de conteúdo para múltiplas plataformas. O evento aconteceu no dia 4 de abril, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.</p>
<p>O TV 2.0 abordou as principais questões relativas ao crescimento dos serviços de video on demand (VOD) e over-the-top (OTT). Nos serviços de VOD, o usuário paga para ter acesso a um programa ou acervo. O pagamento pode ser mensal ou pontual, e o conteúdo fica disponível para o usuário assistir a qualquer hora pelo período acordado. Os serviços OTT fornecem conteúdo sem que o provedor de internet (Internet Service Provider ou ISP) esteja envolvido no controle ou em sua distribuição. A entrega dos serviços OTT não está atrelada a um aparelho ou dispositivo eletrônico específico do operador do serviço, sendo apenas necessário o acesso a um portal web ou aplicativo.<br />
Renato Pasquini, da consultoria Frost &#038; Sullivan, aponta que estes novos serviços ainda estão em fase inicial na América Latina. Alguns casos de sucesso foram apresentados, como a plataforma de VOD da Net &#8211; o Now – que demonstra crescimento de mais de 100% no consumo de conteúdo on demand entre 2011 e 2012. Outro destaque apontado foi a GVT, que atingiu a marca mensal de 45 milhões de vídeos assistidos por streaming.<br />
A Sony também apresentou seu serviço de VOD, o Crackle, que é uma plataforma gratuita e rentabilizada através de publicidade. De acordo com Jose Rivera-Font, VP e General Manager do Crackle na América Latina, o atrativo do serviço é a possibilidade de o usuário assistir filmes de Hollywood gratuitamente. A Sony estima que 25% de todo o tráfego da Internet envolve conteúdo roubado e, atraindo esta audiência para uma plataforma grátis e segura, há grandes benefícios para o usuário e para a indústria como um todo.<br />
Uma das questões mais discutidas durante o TV 2.0 foi o surgimento de um novo perfil de consumidor, que é mais fiel ao conteúdo do que à plataforma, e que precisa de opções para consumir este conteúdo. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos para o Terra TV mostra que 64% dos internautas brasileiros veem TV ao mesmo tempo em que estão na web e, deste total, apenas 7% tem foco no televisor. Marcelo Coutinho, diretor do Terra de Inteligência de Mercado para a América Latina, diz que &#8220;será decisivo para as empresas de mídia fazer seus conteúdos transitarem entre as telas&#8221;.<br />
Marcelo Coutinho acredita que o conceito de grade horária, que organiza a programação da TV tradicional, está ultrapassado. Para ele, o público atual está fora da grade horária. Flávio Ferrari, da empresa Qual Canal, afirma que “o conceito de grade é ultrapassado, mas é o que permite a inclusão de ser ouvido na rede (internet), de ter todas as pessoas assistindo a um mesmo programa e falando sobre ele.” A importante conclusão a que se chegou foi de que o consumo de web e televisão acontece simultaneamente, e não existe canibalização entre os meios, como a indústria já considerou no passado.<br />
Algumas produções recentes de vídeos para a internet estão conquistando espaço neste novo mercado, como é o caso dos vídeos infantis da Galinha Pintadinha e dos vídeos humorísticos da produção Porta dos Fundos. Juliano Prado, produtor da Galinha Pintadinha, apresentou alguns resultados no Congresso. A produção já vendeu mais de 1 milhão de DVDs, tem mais de 400 produtos licenciados e já recebeu propostas para produzir para a TV aberta. O Porta dos Fundos, representado pelo produtor Ian SBF, foi criado no YouTube em razão da liberdade oferecida pela internet. &#8220;Sempre que a gente vai fazer um vídeo, a gente não tem nenhuma trava. Só queremos saber se vai ser engraçado&#8221;, afirmou Ian SBF. Tanto Juliano Prado quanto Ian SBF acreditam que há espaço para a produção de conteúdo de qualidade para a Internet, desde que conecte com o público. A TV não é o único espaço possível.<br />
Investindo na criação de conteúdo de qualidade para a Internet, o diretor de conteúdo do YouTube para a América Latina, Alvaro Paes de Barros, falou a respeito das mudanças que ocorreram no YouTube, que deu importância à criação de canais e ao incentivo à indústria de produção de vídeos de qualidade na internet.<br />
O desafio deste novo cenário do mercado de TV é conseguir a atenção do público, já que existem novos players que concorrem entre si. Com o aumento de informações disponíveis, é cada vez mais difícil obter atenção. Antonio Barreto, CEO da DLA, considera que “é um desafio trazer conteúdo inteligente, pois a televisão está cada vez mais ‘individual’ mas vista por inúmeros públicos e cada um tem um conceito do que ela é e, por fim, isso nos mostra como devemos pensar no conteúdo para o presente e futuro”. Barreto falou sobre a experiência do NEON, novo serviço online de VOD via streaming da DLA. Carolina Montagna, da Globosat, expôs sobre o Philos TV, serviço de VOD da Globosat com conteúdo de documentários sobre arte, ciência, história, atualidades, de performances e espetáculos musicais. Segundo Carolina, o Philos TV foi criado porque a Globosat identificou, dentre os assinantes de TV por assinatura, um grupo denominado &#8220;críticos&#8221;, que tinha pré-disposição para pagar por um pacote completo de TV e não estava sendo atendido pelo conteúdo linear. A atenção do público será obtida, ao que parece, através da relevância de conteúdo, já que existem muitas ofertas e apelos a este novo consumidor, exigente e conectado.</p>
<p>Luísa Brandt<br />
Consultora</p>
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		<title>No e-commerce, o fora de estoque não existe!</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 19:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Uma das principais causas de frustração que unem o consumidor e o varejista é a ocorrência do “fora de estoque” ou a falha na cobertura. Todo o esforço e ciência aplicados para evitar perder vendas, a todo momento, mostra-se insuficiente e o cliente ouvirá do vendedor que “já não temos mais este item” e ambos [...]</p><p>The post <a href="http://laboris.com.br/no-e-commerce-o-fora-de-estoque-nao-existe/">No e-commerce, o fora de estoque não existe!</a> appeared first on <a href="http://laboris.com.br">Laboris</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das principais causas de frustração que unem o consumidor e o varejista é a ocorrência do “fora de estoque” ou a falha na cobertura. Todo o esforço e ciência aplicados para evitar perder vendas, a todo momento, mostra-se insuficiente e o cliente ouvirá do vendedor que “já não temos mais este item” e ambos perderão.<br />
Quando saímos do mundo físico para o mundo do e-commerce, esta realidade pode ser diferente. Um dos grandes trunfos das operações mais bem sucedidas de e-commerce é conseguir trabalhar com estoques “virtuais”, possibilitando atender de forma quase infinita os desejos dos consumidores que clicam em sua loja na web. São as operações B2B2C (business to business to customer).<br />
No desenvolvimento da estratégia de atuação no e-commerce, vários são os fatores que devem ser considerados. Dentre as inúmeras diferenças entre as operações físicas e as operações pela web, os aspectos de sortimento e profundidade de estoque são dois dos que mais devem ser estudados com atenção. São fatores tão importantes quanto o preço e as promoções, e provavelmente mais relevantes que o layout da loja virtual que tanto toma atenção. Para a maioria das operações de varejo-multicanal bem sucedidas, não deve haver amarras que determinem que o sortimento da loja virtual seja igual ao das lojas físicas. No e-commerce joga-se outro jogo: É o jogo da máxima conveniência para o consumidor.<br />
Neste jogo, várias lógicas são invertidas, dentre elas a da principal cadeia de valor do varejo, qual seja a de se comprar para depois vender, fica substituída em vários casos pela de “se vender para depois comprar”. Nesta lógica os estoques e sortimentos podem ser ampliados ao máximo, permitindo ao varejista satisfazer o e-consumidor em um número muito maior de ocasiões, sem que com isso tenha que aumentar o risco de estouro de estoque. Neste tipo de operação o estoque está distribuído por toda a cadeia de suprimento, e não concentrado apenas na loja acessada pelo cliente. Estão envolvidos em tempo real, os fornecedores, os distribuidores e até os eventuais concorrentes que, no limite, viram parceiros para atender o cliente.<br />
No limite, cada portal de e-commerce poderá vir a ser uma loja de múltiplos departamentos, com um sem número de categorias, com milhares de SKU’s, e com uma profundidade de estoque nunca imaginada. E várias delas já se comportam assim.<br />
Neste novo mundo virtual que estamos vivendo, a diferenciação começa a se dar  muito mais pelo atendimento e a atenção dada ao e-consumidor, do que pelo produto. Muito mais que no mundo de tijolo, no mundo das operações virtuais o que mais prepondera é a confiança que o Cliente tem na instituição que o atende. Neste sentido, a atenção ao cadastro de clientes e a valorização de cada um deve ser cada vez mais exacerbada.<br />
Mas voltando ao tema do sortimento e da profundidade de estoque, as novas facilidades e a agressividade com que se implementa acordos, negociações e processos de B2B2C podem de fato fazer a diferença e fidelizar o e-consumidor em um portal de e-commerce.<br />
O caso narrado vale de exemplo: Ao tentar comprar um notebook de um modelo específico, entrei em um portal de e-commerce, que na minha expectativa deveria ter tal item, e para minha desilusão não tinha, estava com falha de estoque justo no SKU que eu desejava. A loja virtual identificando que minha busca havia sido frustrada, automaticamente ofertou notebooks similares, tanto em preço como em características técnicas. Um tremendo serviço, não é?&#8230; Mas é um serviço já existente nas maiorias das lojas virtuais e que se baseia em recursos quase standard das plataformas de e-commerce. Trata-se da facilidade do QCCT (quem compra, compra também). O que já me atraiu de forma diferenciada, neste portal, foi que as opções identificadas de forma automática já me foram apresentadas em uma tabela comparativa das suas características, facilitando escolher uma nova alternativa.<br />
Como estava determinado a encontrar o tal modelo específico declinei das opções mostradas. O operador sugeriu que eu realizasse a compra do tal modelo, mas com o prazo de entrega saindo de 3 dias para 8 dias, mesmo mantendo o preço e as condições de pagamento. Um outro tremendo serviço, não é também?&#8230; Ou seja, minha busca havia cessado, a tal loja virtual garantia que, em uma operação de b2b com o fornecedor, conseguiria me atender&#8230; De fato o prazo de entrega cresceria mas todo o trabalho de busca e negociação poderia se encerrar ali.<br />
Mas o prazo não era suficiente para mim, e havia um campo para eu expressar o prazo máximo que eu poderia esperar pelo produto, que era de 4 dias, visto que eu só ficaria em Nova York por uma semana. Diante deste parâmetro aconteceu o inusitado. O Portal me apresentou uma lista com outras lojas on-line que tinham o tal notebook desejado&#8230; Estava transformando seus concorrentes em parceiros e fornecedores para conseguir me atender, não perder uma venda e, lógicamente me encantar. De fato, o a loja on-line transformava-se em um “e-marketplace” onde as chances de eu ser atendido eram muito maiores.<br />
E foi muito mais longe. Para cada uma das lojas “concorrentes-parceiras” foi mostrado qual o índice de satisfação que os clientes dele tinham reportado, inclusive com depoimentos, aumentando a minha confiança de que eu poderia faze uma operação segura. Foi mostrado também qual o prazo de entrega de cada um e os respectivos custos de frete. Era só eu confiar, escolher entre os que tinham maior avaliação e o prazo de entrega compatível e pronto. Para ajudar ainda mais, parecendo adivinhar meus receios, um termo esclarecendo como proceder em caso de troca aparece em um pop-up na tela, informando que todo o atendimento seria feito pela loja on-line onde eu iniciei o processo de compra. E assim o fiz e fechei a compra. Fechei com a loja virtual que entrei originalmente. Era ela quem estava me vendendo o notebook e a ela eu iria efetuar o pagamento. O meu relacionamento foi mantido integralmente com ela, no entanto eu tinha tido ciência de como ela havia montado a operação para me atender e ainda tinha tido a oportunidade de decidir com que parceiro ela deveria montar a operação. Não é simples, não é comum,&#8230; é revolucionário!<br />
A partir daí o novo inusitado. A loja virtual que eu entrei originalmente tratou a minha compra com um zelo impressionante. Coube a ela fazer o “tracking” do meu pedido e cuidando para que minha expectativa fosse atendida. Como a entrega seria no hotel, um endereço volátil por natureza, e o prazo era exíguo, tive a percepção de que um enorme número de alertas foi ligado e a todo o momento eu era avisado que do status do meu pedido, só encerrando o tracking ativo quando eu informei o recebimento do notebook em perfeitas condições no local e data combinados. Ainda assim recebi toda sorte de comunicados e pedidos de avaliação do produto e dos serviços deles e do parceiro que havia participado da operação. Por fim ganhei um bônus para ser usado na próxima compra&#8230;<br />
O caso acima ilustra o quão diferente e desafiador é o mundo do e-commerce para quem nele se aventura. Como e-consumidor está a um clique de distância para o seu concorrente. Reter o e-consumidor e satisfazê-lo torna-se ainda mais preponderante do que no mundo físico, onde a localização do seu ponto comercial pode destacá-lo e dar uma vantagem competitiva.<br />
No mundo on-line, dado que não há a possibilidade de um  contato físico persuasivo, olho no olho, requer um atendimento ainda mais cuidadoso e encorajador. Neste mundo, a diferenciação por preço é uma luta difícil, dado os sites de comparação de preço. A diferenciação por ponto comercial também fica reduzida a um clique. A diferenciação por sortimento, como vimos, também tende a encolher, o “fora de estoque” não existirá para aqueles que souberem costurar os acordos de B2B2C&#8230; Sobrará o atendimento. A criatividade e a competência de criar uma linha de atendimento que cerque o cliente e o mantenha grudado em seu portal até ter a sua necessidade resolvida e estar satisfeito é a chave.</p>
<p>João Rios<br />
Diretor</p>
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		<title>Tecnologia aplicada a políticas de sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 16:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>As principais métricas ambientais para a TI de empresas que querem ter projetos ambientais fortes Como deve agir a TI de empresas preocupadas com sustentabilidade O Gartner esboçou as principais métricas ambientais para a TI de empresas que querem ter projetos ambientais fortes. Essas métricas cobrem energia, materiais, emissões de dióxido de carbono, gerenciamento de [...]</p><p>The post <a href="http://laboris.com.br/tecnologia-aplicada-a-politicas-de-sustentabilidade/">Tecnologia aplicada a políticas de sustentabilidade</a> appeared first on <a href="http://laboris.com.br">Laboris</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As principais métricas ambientais para a TI de empresas que querem ter projetos ambientais fortes</p>
<p>Como deve agir a TI de empresas preocupadas com sustentabilidade</p>
<p>O Gartner esboçou as principais métricas ambientais para a TI de empresas que querem ter projetos ambientais fortes. Essas métricas cobrem energia, materiais, emissões de dióxido de carbono, gerenciamento de fornecedores e formas de reduzir gastos com energia nos data centers.</p>
<p>Descoberta Principal</p>
<p>- Para a empresa de TI, as métricas ambientais críticas estão focadas em eficiência de energia e de materiais, emissões de dióxido de carbono, redução de gastos, gerenciamento de fornecedor e comprometimento dos funcionários.</p>
<p>- A escolha das empresas de TI a partir de todas as métricas disponíveis dependerá de suas prioridades, do escopo do seu programa ambiental, da disponibilidade imediata dos dados, e da capacidade de longo prazo para a coleta de dados.</p>
<p>- A eficiência de energia provavelmente será o foco inicial.</p>
<p>- As empresas de TI devem considerar os dados coletados para abortar todas essas métricas.</p>
<p>Recomendações</p>
<p>- Com base na responsabilidade social corporativa da empresa ou na política ambiental, objetivos e métricas, a equipe de gerenciamento de TI deve decidir o escopo e as prioridades do seu programa ambiental. Depois deve escolher as métricas que conduzirão às melhorias, comportamentos e inovação.</p>
<p>- A equipe de gerenciamento de TI deve modificar os processos apropriados para começar a coletar os dados que ainda não possui.</p>
<p>QUE É PRECISO SABER</p>
<p>A maioria dos programas ambientais de TI começa com uma perspectiva de eficiência de energia. Entretanto, as equipes de TI devem considerar um contexto maior, incluindo eficiência de materiais e redução de gastos.</p>
<p>ANÁLISE</p>
<p>Contexto</p>
<p>Assim como em qualquer projeto, um programa ambiental de TI precisa de métricas para mudar comportamentos, para ter foco e objetivo e, obviamente, para estimar o progresso. As métricas ambientais de TI devem focar em áreas onde o uso e as aplicações de tecnologia têm mais impacto no ambiente da empresa. Dependendo do foco do programa, a qualquer momento a equipe de gerenciamento selecionará um pequeno número de métricas a fim de incluí-las no painel geral de TI, para alimentar outros painéis ambientais da empresa.</p>
<p>Esse documento oferece uma lista de métricas úteis e informativas que darão uma boa indicação sobre: 1- se a empresa está aumentando sua eficiência em energia e materiais; e 2- quão efetiva é a organização ao gerenciar seus gastos e seus produtos do ponto de vista ambiental.</p>
<p>As métricas incluem uma mistura de indicadores de orientação e de atraso, bem como um saldo das métricas absolutas e métricas relativas ao tamanho e ao crescimento da empresa.</p>
<p>Algumas métricas são relativamente fáceis para se coletar dados, outras são muito mais difíceis e, para algumas empresas, as métricas são simplesmente impraticáveis. A escolha de métricas dependerá dos objetivos, das instalações, dos recursos e dos serviços disponíveis para a empresa.</p>
<p>Essa lista não está completa, mas cobre as principais áreas de energia; materiais; emissões; solo e água; compromisso dos funcionários; gerenciamento de fornecedor; avaliação de projeto; e a medida do próprio valor ambiental da TI. O desempenho dessas métricas deve ser ponderado para qualquer outro critério de desempenho. Entretanto, nesse documento estamos focando somente o critério ambiental.</p>
<p>Análise</p>
<p>As métricas para energia usadas no centro de dados são: energia elétrica usada pelos equipamentos de TI, energia elétrica total da instalação, eficiência de uso de energia, eficiência de infra-estrutura dos data centers, eficiência do data center em função do tamanho e da atividade dos negócios e das redes, além de outras fontes de energia, como aparelhos do cliente.</p>
<p>Energia elétrica dos equipamentos de TI</p>
<p>A energia elétrica dos equipamentos de TI é a energia total consumida pelos equipamentos de TI nos dada centers -servidores, armazenagem, componentes de rede e assim por diante-, usando o consumo médio real de cada aparelho. Juntar os dados é trabalhoso, pois requer uma base de dados de produtos razoavelmente precisa, coleta de informações dos fornecedores e, em alguns casos, colocar um monitor nos equipamentos de TI.</p>
<p>Energia elétrica total da instalação</p>
<p>A energia elétrica total da instalação é a energia que está sendo usada pelos data centers no medidor, incluindo a infra-estrutura completa dos data centers.</p>
<p>Eficiência no uso de energia elétrica &#8211; PUE</p>
<p>PUE = Energia elétrica total da instalação / Energia elétrica dos equipamentos de TI</p>
<p>Eficiência de infra-estrutura dos data centers &#8211; DCIE</p>
<p>Como mencionado por The Green Grid &#8211; www.thegreengrid.org &#8211; e por outros, a PUE e a DCIE são medidas de armazenamento em excesso de infra-estrutura dos data centers &#8211; isto é, a energia perdida para resfriar o fornecimento ininterrupto de energia elétrica &#8211; UPS -, unidades de distribuição de energia elétrica &#8211; PDUs -, iluminação e assim por diante -, relativos à energia consumida pelos equipamentos de TI que supostamente fazem o trabalho real.</p>
<p>DCIE = [1 / Energia dos equipamentos de TI] x 100%</p>
<p>A maioria dos data centers possui PUEs pobres, com razões que excedem 2 &#8211; 1,35 é o nível internacional. Dessa forma, PUE representa uma área que a maioria das empresas pode focar para obter alguns grandes ganhos de eficiência.</p>
<p>Eficiência dos data centers em função do tamanho e da atividade de negócios</p>
<p>Essa métrica pode ser calculada dividindo a energia elétrica total da instalação por todos os data centers &#8211; em quilowatt-hora &#8211; por medidas da atividade de negócios. A atividade de negócios nessa equação será a métrica de negócios típica usada na maioria dos relatórios financeiros das empresas &#8211; normalmente, número de funcionários e receita.</p>
<p>Sugerimos também considerar uma medida que não seja de forma alguma comparável a de outras empresas, mas que forneça algum vislumbre na concepção de energia como função da atividade de negócios, pois ela se relaciona ao uso de TI. Um exemplo pode ser quilowatt-hora como função de agregação do número total de:</p>
<p>- Transações da contabilidade</p>
<p>- Ordens de compra feitas</p>
<p>- Notas fiscais dos fornecedores</p>
<p>- Notas fiscais do cliente</p>
<p>Essas medidas dão uma boa visão da eficiência de energia usada na infra-estrutura de TI relativa ao desempenho e ao crescimento dos negócios. Esse é um importante ponto de contraste para a energia absoluta que está sendo consumida.</p>
<p>Redes: watts por portal ativo</p>
<p>- Watts por portal ativo é o total de energia consumida por toda a infra-estrutura de rede &#8211; roteadores, firewalls e assim por diante &#8211; e dividido pelo número total de portais ativos.</p>
<p>Renováveis baseados em rede elétrica</p>
<p>- A porcentagem de energia concentrada diretamente de uma fonte renovável.</p>
<p>- A porcentagem de energia proporcionada por meio de certificados renováveis.</p>
<p>Outras fontes de energia</p>
<p>- A quantidade total e a porcentagem de energia de outras fontes não baseadas em energia elétrica &#8211; por exemplo, geradores ou outra geração de energia local, como a solar, combinação de calor e energia elétrica, e assim por diante.</p>
<p>Aparelhos do cliente</p>
<p>- A porcentagem de PCs cobertos por políticas e ferramentas de gerenciamento forçado de energia elétrica.</p>
<p>- Watts por usuário final, para cada configuração diferente de cliente padrão. Por exemplo: considere a solução padrão para um vendedor, que pode incluir um laptop, um PDA, um celular, telefone IP, impressora ou dispositivo de banda larga. Calcule a quantidade total de watts que esses aparelhos requerem cumulativamente.</p>
<p>Emissões de dióxido de carbono</p>
<p>A empresa de TI precisará focar nos assuntos de infra-estrutura que realmente pode medir &#8211; que, na maioria dos casos, serão limitados aos data centers. Entretanto, eles devem funcionar com a equipe de gerenciamento da instalação para, pelo menos modelar os equipamentos relacionados à TI nas mesas dos funcionários, em armários e assim por diante.</p>
<p>As emissões de dióxido de carbono devem ser quebradas pela fonte &#8211; por exemplo, consumo de eletricidade, gás, diesel e outros. A área total afetada pelo dióxido de carbono a partir do consumo de eletricidade, gás, diesel e assim por diante pode seguir uma métrica similar para energia, como:</p>
<p>- Emissões totais de dióxido de carbono &#8211; em toneladas &#8211; para um período específico &#8211; como um trimestre ou um ano, direta e indireta &#8211; por exemplo, pelo consumo de eletricidade</p>
<p>- Emissões totais de dióxido de carbono por quilowatt-hora consumido</p>
<p>- Emissões totais de dióxido de carbono por funcionário</p>
<p>- Emissões totais de dióxido de carbono por unidade de receita</p>
<p>- Emissões totais de dióxido de carbono por transação de negócios -como transações agregadas, pedidos de compra, notas fiscais de cliente e de fornecedor.</p>
<p>Gasto</p>
<p>Essa métrica é o volume de equipamentos de TI descartados em um certo período &#8211; por contagem de unidades, peso &#8211; é útil levar isso em consideração no futuro &#8211; ou uma medida similar de volume. Essa métrica mede o gasto de:</p>
<p>- PCs</p>
<p>- Impressoras</p>
<p>- Servidores</p>
<p>- Equipamentos de rede</p>
<p>- Telefones celulares e PDAs</p>
<p>- Insumos para impressora, como toner, tambores e assim por diante</p>
<p>- Volume de pacotes</p>
<p>- Papel</p>
<p>- Água</p>
<p>O gasto deve, então, ser medido em relação a um percentual do total:</p>
<p>- Reciclado &#8211; por exemplo, a porcentagem de desktops reciclados</p>
<p>- Reusados &#8211; incluindo doações</p>
<p>- Quebrados ou destruídos</p>
<p>- Depositados no lixo</p>
<p>- Armazenagem</p>
<p>- Desconhecido</p>
<p>Gerenciamento de fornecedor</p>
<p>- Levantar a porcentagem de fornecedores e provedores de serviços que atende às orientações ambientais da empresa</p>
<p>- Descobrir a porcentagem de fornecedores e provedores de serviços com certificação ISO 14001 ou registro de Gerenciamento Ecológico</p>
<p>- Saber a porcentagem de fornecedores que atende às orientações de relatório de Iniciativa Global de Reporte &#8211; GRI</p>
<p>- A porcentagem de desperdícios cobertos pelo ISO 14001</p>
<p>Eficiência de materiais</p>
<p>A eficiência de materiais é uma medida ambiental importante. Não há formas fáceis de fazer isso em um ambiente de TI, então as medidas não serão processadas. Entretanto, elas fornecem algumas dicas úteis. As medidas sugeridas incluem:</p>
<p>- Computadores por funcionário</p>
<p>- Laptops por funcionário</p>
<p>- Celulares por funcionário</p>
<p>- Servidores por funcionário</p>
<p>- Portais de rede por funcionário</p>
<p>- Impressoras por funcionários</p>
<p>Para empresas que possuem uma base de dados de ativos que corresponda vagamente à realidade, recomendamos que as áreas de TI comecem a coletar informações de peso de produtos e armazenem essas informações na base de dados do produto. Isso permitirá que elas comecem a medir a eficiência dos materiais de formas mais interessantes no futuro.</p>
<p>Desenvolvimento e comprometimento dos funcionários</p>
<p>- A porcentagem de funcionários de TI que está em um programa de treinamento ambiental</p>
<p>- A porcentagem de funcionários de TI envolvida em um programa ambiental</p>
<p>Avaliação de investimento</p>
<p>- O número de projetos com avaliações documentadas de impacto ambiental</p>
<p>Papel</p>
<p>- Páginas consumidas &#8211; por peso ou por número de páginas</p>
<p>- A porcentagem de papel que vem de fontes recicladas</p>
<p>- Páginas totais impressas</p>
<p>- Páginas impressas por funcionário</p>
<p>Água</p>
<p>- O volume de água consumida</p>
<p>Outras emissões</p>
<p>- Gases de estufa diferentes do dióxido de carbono &#8211; por exemplo, HFCs e HCFCs</p>
<p>- Outras emissões &#8211; por exemplo, componentes orgânicos voláteis &#8211; VOCs</p>
<p>O valor ambiental da TI</p>
<p>Uma parte importante do programa ambiental de TI é como a área de tecnologia será usada para melhorar o desempenho ambiental dos negócios, suas operações, as cadeias de fornecedores, produtos e serviços. Os departamentos de TI devem buscar oportunidades para medir aquela contribuição onde seja apropriado. Por exemplo: a medida que deva incluir uma estimativa de como a redução da emissão de dióxido de carbono tem sido alcançada por meio de programas nos quais a TI tem tido papel fundamental. Essa medida pode incluir reduções alcançadas por meio de programas como substituição de deslocamento por videoconferência e assim por diante. Nenhuma dessas estimativas pode ser precisa, mas é importante fazer uma aproximação visível e ser transparente sobre como esses números foram calculados.</p>
<p>Ponto principal</p>
<p>As áreas de TI de empresas com programas de sustentabilidade devem criar um painel ambiental que inclua métricas que olhem a eficiência de energia e de materiais, examinar as áreas afetadas pela emissão de dióxido de carbono, desperdícios, gerenciamento de fornecedor, desenvolvimento dos funcionários, e projetos. É muito importante que as empresas de TI olhem as medidas relacionadas ao valor ambiental da TI &#8211; e especificamente sua contribuição para a redução de emissão de dióxido de carbono.</p>
<p>FONTE: Revista Info Corporate<br />
Simon Mingay 21/12/2007<br />
Data de Publicação: 19 de novembro de 2007</p>
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