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	<description>Conectar Ideias. Desenvolver Soluções.</description>
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		<title>Os novos pilares da arquitetura de TI do varejo</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2014 19:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A arquitetura de sistemas de uma empresa do varejo gira em torno do “controle de estoque”! Esta afirmação permaneceu válida até recentemente. É a partir do controle de estoque que eram definidas as demandas de compras, e, pelo lado financeiro as demandas de contas a pagar e alavancagem. Da mesma forma, a partir da captura [...]</p><p>The post <a href="http://laboris.com.br/os-novos-pilares-da-arquitetura-de-ti-do-varejo/?lang=en">Os novos pilares da arquitetura de TI do varejo</a> appeared first on <a href="http://laboris.com.br">Laboris</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A arquitetura de sistemas de uma empresa do varejo gira em torno do “controle de estoque”! Esta afirmação permaneceu válida até recentemente. É a partir do controle de estoque que eram definidas as demandas de compras, e, pelo lado financeiro as demandas de contas a pagar e alavancagem. Da mesma forma, a partir da captura das vendas, dão-se as baixas de estoque e redundam os processos de apuração de comissões, e pelo lado financeiro, o contas a receber e o fechamento do fluxo de caixa. Básico não é?<br />
Enfim, a cadeia de valor básica do varejo tinha como centro o estoque, e como processos ancilares os módulos financeiros e de RH. Mas a “grande inteligência” sempre esteve voltada ao estoque&#8230; Sortimento, profundidade, dispersão, preço&#8230;<br />
Arrisco a dizer que a grande busca de eficiência do varejo, na maior parte das empresas do ramo, em todos os portes, continua a ser centrada no estoque. É mesmo fundamental.<br />
Mas, o mundo mudou. O cliente mudou, o tabuleiro da concorrência mudou&#8230;<br />
O novo pilar que se apresenta, em condições de disputar a primazia com o “controle de estoque”, é o do “conhecimento dos clientes”, em linguagem de TI, o CRM.<br />
Não há novidade muito nova nisto. Mas no varejo de vários canais (omini-channel), a gestão sobre o cliente, suas interações e transações com a empresa, passa a ser um “must” no universo de informações que a organização tem que gerir. É um imperativo!<br />
A nova inteligência do varejo, passa a tratar informações sobre clientes, no agregado e em cada um em particular e singular, com um rigor, completeza e complexidade nunca antes requerida. Esta inteligência passa a ser mais que um diferencial em relação a concorrência. Passa a ser base para os processos operacionais do dia a dia do negócio.<br />
Quando um cliente começa a interação com um varejista por uma pesquisa na web, uma avaliação no Facebook, uma comparação de preço no smatrphone, um engajamento e conhecimento na loja e um fechamento na outra filial, ou na web ou no smartphone,&#8230; Ai do varejista que, por falta de sistema, perde o fio da meada, e não consegue acompanhar&#8230; Perde a venda e o cliente.<br />
É novo, é desafiador, mas é como é. Os novos desenhos de Arquitetura de TI passam a ter que dar a mesma dimensão que sempre deram a “inteligência do estoque” ao “gerenciamento do cliente”.<br />
Ainda mais uma sentença. O mercado irá avaliar o nível de excelência em gestão e valor de ativo para as empresas que tiverem domínio sobre seu “cadastro de clientes”. Ele, por si só, quando bem gerido, pode ser o grande ativo de um varejista.</p>
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		<title>NAB 2013 &#8211; Fluxos de Trabalho para Eventos de Missão Crítica – Londres 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 16:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>NAB 2013 NBC– Cobertura das Olimpíadas de Londres 2012 A NBC realizou a cobertura das Olimpíadas de Londres em 2012, e expôs alguns detalhes desta difícil tarefa no painel Fluxos de Trabalho para Eventos de Missão Crítica, no qual nossa Diretora Corina Engel esteve presente. De acordo com Darryl Jefferson, diretor de operações de pós-produção [...]</p><p>The post <a href="http://laboris.com.br/nab-2013-fluxos-de-trabalho-para-eventos-de-missao-critica-casos-de-sucesso-londres-2012/?lang=en">NAB 2013 &#8211; Fluxos de Trabalho para Eventos de Missão Crítica – Londres 2012</a> appeared first on <a href="http://laboris.com.br">Laboris</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.laboris.com.br/wp-content/uploads/2013/05/NBC-Olympics-big-logo2-400x217.jpg" alt="NBC-Olympics-big-logo2" width="400" height="217" class="alignnone size-medium wp-image-1463" /></p>
<p>NAB 2013<br />
NBC– Cobertura das Olimpíadas de Londres 2012</p>
<p>A NBC realizou a cobertura das Olimpíadas de Londres em 2012, e expôs alguns detalhes desta difícil tarefa no painel Fluxos de Trabalho para Eventos de Missão Crítica, no qual nossa Diretora Corina Engel esteve presente.</p>
<p>De acordo com Darryl Jefferson, diretor de operações de pós-produção da Divisão Olímpica da NBC, foram produzidas 1792 horas de cobertura. Por dia foram mais de 100 horas de cobertura e, no total do evento, 3.500 horas de streaming. Uma pessoa levaria 7 meses e meio, 24h por dia, para assistir a todo o conteúdo.</p>
<p>Na gestão dos ativos das transmissões denominadas Record Wall e Highlights Factory, foi utilizada a solução Interplay MAM (Media Asset Management), da empresa americana Avid. Através da solução de MAM, os usuários tinham acesso aos arquivos dos jogos olímpicos quase que instantaneamente, podiam pesquisar através de 4 estratos de metadados para localizar as filmagens e as equipes globais puderam coordenar seus esforços facilmente.</p>
<p>Resultados<br />
Foi o evento na TV mais assistido na história dos EUA, com 219 milhões de telespectadores. A NBC obteve mais noites de prime viewers, 30 milhões a mais de do que as Olimpíadas de Beijing e Atenas combinadas.</p>
<p>A transmissão digital inovou em cada categoria:<br />
•	1.8 bilhões de pageviews<br />
•	160 milhões de transmissões (streams), dos quais 65 foram ao vivo<br />
•	95 milhões de transmissões on-demand<br />
•	82 milhões de visualizações únicas<br />
A NBC afirmou que o resultado da cobertura das Olimpíadas de Londres de 2012 ultrapassou todas as expectativas em audiência, no canal digital, em consumo e em receitas.</p>
<p>Luisa Brandt<br />
Consultora</p>
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		<title>NAB 2013 &#8211; Fluxos de Trabalho para Eventos de Missão Crítica – SFG</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 17:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>NAB 2013 &#8211; San Francisco Giants Productions No painel Fluxos de Trabalho para Eventos de Missão Crítica (Workflows for Mission Critical Events), nossa Diretora Corina Engel assistiu a palestras sobre casos de sucesso na cobertura de eventos. Para cobrir eventos de grande escala são necessárias organização, habilidade e ferramentas adequadas e, neste painel, os profissionais [...]</p><p>The post <a href="http://laboris.com.br/nab-2013-fluxos-de-trabalho-para-eventos-de-missao-critica-casos-de-sucesso/?lang=en">NAB 2013 &#8211; Fluxos de Trabalho para Eventos de Missão Crítica – SFG</a> appeared first on <a href="http://laboris.com.br">Laboris</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.laboris.com.br/wp-content/uploads/2013/05/SFG_Productions.jpg" alt="SFG_Productions" width="300" height="300" class="alignnone size-full wp-image-1409" /></p>
<p>NAB 2013 &#8211; San Francisco Giants Productions</p>
<p>No painel Fluxos de Trabalho para Eventos de Missão Crítica (Workflows for Mission Critical Events), nossa Diretora Corina Engel assistiu a palestras sobre casos de sucesso na cobertura de eventos.  Para cobrir eventos de grande escala são necessárias organização, habilidade e ferramentas adequadas e, neste painel, os profissionais da área de radiodifusão e conteúdo falaram sobre como eles trazem ao público grandes eventos de notícias e esportes, de forma eficiente e impecável.<br />
O palestrante Chris Gargano apresentou o SFG Productions, a empresa de produção dos San Francisco Giants. Os San Francisco Giants são um time de baseball da liga principal dos EUA. Possuem sete títulos mundiais e já esgotaram os ingressos de 168 jogos no estádio AT&#038;T Park, onde está localizado o escritório dos San Francisco Giants.<br />
O SFG Productions desenvolveu o programa de TV Inside the Clubhouse, um programa com depoimentos dos jogadores e bastidores das competições. O primeiro show foi ao ar no canal Comcast SportsNet Bay Area em janeiro de 2009, e atualmente são produzidos 10 episódios por ano. Os San Francisco Giants foram a primeira equipe de baseball da liga principal a produzir para o canal MLB Network, pela emissora americana NBC. O programa é aproveitado para criar oportunidades para marketing.<br />
Além de programas de TV, o SFG Productions atua em vídeos e jogos, produz todos os spots  dos Giants para marketing em TV, rádio e internet, e possui o website SFGiants.com, com conteúdo on-demand e transmissão ao vivo.<br />
O conteúdo on-demand do SFGiants.com estreou no SFGLive, e possui entrevistas exclusivas e acesso aos bastidores. Além disso, o conteúdo disponibilizado incorpora patrocinadores, oferta de ingressos e datas dos próximos episódios do programa Inside the Clubhouse. Na transmissão ao vivo, são exibidos mais de 25 programas por ano. São registradas, em média, 7.000 impressões por programa, envolvendo fãs através do twitter e do facebook e aproveitando o espaço para promover os próximos eventos e ofertas exclusivas de ingressos.<br />
Chris Gargano afirmou que o SFG Productions foi criado porque se chegou à conclusão de que o fã de esportes está evoluindo, e os San Francisco Giants precisam acompanhar esta evolução, precisam se adaptar para continuarem relevantes. </p>
<p>Luisa Brandt<br />
Consultora</p>
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		<title>NAB 2013 &#8211; Medição de Audiência na 2ª Tela</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 19:52:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Um dos desafios da segunda tela é a dificuldade de medir a audiência. Estão surgindo algumas tecnologias de medição de audiência, e alguns exemplos foram apresentados pela ABP News, TEliBrahma e Nielsen. Nossa diretora Corina Engel foi à NAB e ouviu sobre essas novas tecnologias. ABP News e TeliBrahma &#8211; Integrando a TV com o [...]</p><p>The post <a href="http://laboris.com.br/nab-2013-medicao-de-audiencia-na-2a-tela/?lang=en">NAB 2013 &#8211; Medição de Audiência na 2ª Tela</a> appeared first on <a href="http://laboris.com.br">Laboris</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.laboris.com.br/wp-content/uploads/2013/05/600880_526190994110565_72628302_n-400x283.jpg" alt="NAB 2013" width="400" height="283" class="alignnone size-medium wp-image-1258" /></p>
<p>Um dos desafios da segunda tela é a dificuldade de medir a audiência. Estão surgindo algumas tecnologias de medição de audiência, e alguns exemplos foram apresentados pela ABP News, TEliBrahma e Nielsen. Nossa diretora Corina Engel foi à NAB e ouviu sobre essas novas tecnologias.<br />
ABP News e TeliBrahma &#8211; Integrando a TV com o Celular<br />
De acordo com os palestrantes Ram Akrishnan Laxman, do canal de TV indiano ABP News, e Suresh Narashima, CEO da TEliBrahma – empresa indiana que fornece soluções de marketing no celular, o envolvimento do usuário é a nova metodologia de medição de audiência na TV. A mídia digital, especialmente no celular, se provou muito efetiva em fornecer medições acuradas e analytics, ajudando os stakeholders a analisar seus retornos sobre investimentos.<br />
Algumas limitações nas ferramentas de medição atuais foram citadas, tais como: falta medição no nível individual, ignoram-se as pessoas que assistem TV nas outras telas (como o celular) e também as pessoas que assistem TV em locais fora de suas casas.<br />
Mas é possível integrar o celular com a televisão, trazendo inclusive vantagens para os provedores de conteúdo e para usuários. Pelo celular, é possível saber a localização do usuário. Ainda, aproveitando a tecnologia de reconhecimento de imagem no celular, a solução poderia ser transformada em dispositivo para oferecer benefícios para todos os stakeholders (radiodifusores, anunciantes, agências e espectadores). Entretanto, existem alguns problemas para o reconhecimento de imagem, como, por exemplo, o tipo de câmera embutida em cada aparelho celular, que pode variar muito. Para tornar o usuário 100% reconhecível, foi feita uma mudança do reconhecimento visual para reconhecimento de áudio. O áudio pode ser utilizado com diferentes tipos de reconhecimento, como a voz ou impressão digital de áudio.<br />
Um dos benefícios deste novo modelo de solução é que, diferentemente de outros modelos, não somente encontra-se o conteúdo assistido, mas, mais importante, é possível saber em que canal ele está sendo assistido. Isto é muito importante, pois, por exemplo, anúncios da Coca-Cola em um canal de música e em um canal de esportes podem gerar nos usuários envolvimentos completamente diferentes. </p>
<p>Os palestrantes apresentaram também alguns resultados da medição de audiência no celular:<br />
•	Mais de 5.000 interações em um programa de 4 horas que atinge 500.000 usuários<br />
•	Cada interação dura uma média de 6 min<br />
•	O custo de envolvimento foi menor do que 5% do custo de ativações por usuário<br />
Nielsen – Soluções para Celular e Ipad<br />
A divisão da Nielsen denominada Watch mede o que os consumidores estão assistindo em todas as telas: TV, computador, celular/smartphones, tablets, etc. A Watch mede audiências em todo o mercado de TV nos EUA e em 29 países, engloba 80% dos usuários de internet no mundo e analisa clientes de celulares em 10 países.<br />
Scott Brown, Sênior VP de Engenharia e Relações Estratégicas da Nielsen, apresentou as maiores necessidades dos clientes da Watch:<br />
•	Qual conteúdo foi consumido por demografia, plataforma, dispositivo?<br />
•	Como posso rentabilizar melhor a audiência?<br />
•	A quem estou atingindo online?<br />
•	Minha campanha foi efetiva?</p>
<p>A Nielsen desenvolveu recentemente uma nova e altamente resiliente abordagem de marca d’água de áudio, conhecida simplesmente como Nielsen Watermarks. Esta marca d’água opera em uma faixa de frequência mais baixa, entre 2.99 kHz e 5.2 kHz. O uso de uma frequência mais baixa proporciona importantes melhorias:<br />
1)	Permite a criação de uma marca d’água mais robusta e com maior capacidade de sobrevivência<br />
2)	Permite a sobrevivência à compressão, especialmente na Internet e no celular<br />
3)	Provê a habilidade de inserir uma marca d’água em dados para propósitos de identificação comercial<br />
4)	Oferece indicadores para VOD e outros conteúdos<br />
5)	Oferece suporte à marca d’água baseada em arquivos<br />
6)	Permite a captação de microfone sem fio para futuras soluções de medição<br />
A Nielsen apresentou também seu produto para medir a audiência no Ipad, que será lançado em 2014 nos EUA. Os Ipads são muito utilizados para streaming, e-mail, navegação online, música e jogos. Vários provedores de conteúdo já possuem aplicativos IOS na loja de apps da Apple, como: Cablevision, Comcast, HBO e Time Warner Cable.<br />
Para desenvolver este produto, a Nielsen está utilizando a marca d’água de áudio. Foram realizados uma prova de conceito e testes de 2 semanas com família e amigos de funcionários da empresa. A empresa afirmou que o produto está sendo desenvolvido buscando garantir a segurança dos dados e, durante a fase de teste, em 95% do tempo medido os resultados bateram com o que os consumidores estavam assistindo no Ipad.<br />
Quando a barreira de medição de audiência na 2ª tela for vencida, será mais fácil monetizar o conteúdo nestes dispositivos. </p>
<p>Luísa Brandt<br />
Consultora</p>
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		<title>NAB 2013 &#8211; Futuro da Transmissão de Televisão</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 19:48:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Durante a NAB, foi apresentado o FOBTV. A iniciativa denominada em português O Futuro da Transmissão de Televisão (Future of Broadcast Television Initiative) é uma associação sem fins lucrativos, sem personalidade jurídica, que visa desenvolver tecnologias para sistemas de radiodifusão terrestre da próxima geração e fazer recomendações para organizações de padronização ao redor do mundo. [...]</p><p>The post <a href="http://laboris.com.br/nab-2013-futuro-da-transmissao-de-televisao/?lang=en">NAB 2013 &#8211; Futuro da Transmissão de Televisão</a> appeared first on <a href="http://laboris.com.br">Laboris</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.laboris.com.br/wp-content/uploads/2013/05/NAB-03-400x262.jpg" alt="NAB 2013" width="400" height="262" class="alignnone size-medium wp-image-1253" /></p>
<p>Durante a NAB, foi apresentado o FOBTV. A iniciativa denominada em português O Futuro da Transmissão de Televisão (Future of Broadcast Television Initiative) é uma associação sem fins lucrativos, sem personalidade jurídica, que visa desenvolver tecnologias para sistemas de radiodifusão terrestre da próxima geração e fazer recomendações para organizações de padronização ao redor do mundo. Nossa sócia Corina Engel esteve na NAB e trouxe algumas impressões sobre FOBTV.<br />
A associação foi fundada por 13 organizações líderes de transmissão de televisão em 11/11/11 exatamente às 11:11&#8217;11&#8243;. Os membros representam emissoras, fabricantes, operadores de rede, organizações de padronização, institutos de pesquisa e outros em mais de 20 países do mundo todo. Representando o Brasil, a TV Globo e a SET (Sociedade de Engenheiros de Televisão) estão entre as organizações fundadoras.<br />
De acordo com o palestrante Wenjin, PhD pela Universidade de Xangai e cientista-chefe do Centro de Pesquisa Nacional de Engenharia de TV Digital da China, o FOBTV irá recomendar tecnologias a serem usadas. Até agora, 61 casos de uso foram recebidos. Os membros definirão um padrão harmonizado, o uso mais eficiente do espectro e uma integração inteligente entre tecnologias. Foi definido um modelo com 4 camadas, cada uma tem um comitê, baseado nos casos de uso e em cenários traçados:</p>
<p>1. Camada física: tecnologia de transmissão<br />
2. Camada de rede<br />
3. Camada de dados e gestão<br />
4. Camada de aplicação<br />
A previsão é que os encontros do FOBTV terminem no final de 2014.</p>
<p>Luísa Brandt<br />
Consultora</p>
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		<title>NAB 2013 &#8211; 2ª Tela</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 19:35:14 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A transmissão de televisão evolui constantemente, resultado do avanço tecnológico e da mudança de expectativas dos consumidores. Múltiplas plataformas e dispositivos de mídia pessoais, unidos ao aumento da competição no mercado de conteúdo, estão impactando a forma como este está sendo produzido, gerenciado e distribuído. Nossa sócia Corina Engel esteve na NAB e trouxe algumas [...]</p><p>The post <a href="http://laboris.com.br/nab-2013-2a-tela/?lang=en">NAB 2013 &#8211; 2ª Tela</a> appeared first on <a href="http://laboris.com.br">Laboris</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.laboris.com.br/wp-content/uploads/2013/05/11912_521665311229800_1303531256_n-400x287.jpg" alt="NAB 2013" width="400" height="287" class="alignnone size-medium wp-image-1250" /></p>
<p>A transmissão de televisão evolui constantemente, resultado do avanço tecnológico e da mudança de expectativas dos consumidores. Múltiplas plataformas e dispositivos de mídia pessoais, unidos ao aumento da competição no mercado de conteúdo, estão impactando a forma como este está sendo produzido, gerenciado e distribuído. Nossa sócia Corina Engel esteve na NAB e trouxe algumas das principais discussões a respeito do novo cenário da TV.<br />
A segunda tela tem sido um tema abordado pelas principais emissoras de televisão e portais nos últimos tempos. O termo segunda tela se refere a um dispositivo eletrônico adicional (como tablets e smartphones) que permite ao público de televisão interagir com o conteúdo que ele está consumido, como programas de TV, filmes, música ou vídeo games. Dados adicionais são exibidos em dispositivos portáteis, sincronizados com o conteúdo que está sendo assistido na televisão. Nos Jogos Olímpicos de 2012, o jornal londrino The Guardian, aproveitou a oportunidade para criar uma rede mundial de especialistas, à qual os internautas podiam acessar enquanto os jogos estavam sendo transmitidos na TV. O anúncio tinha o seguinte apelo: “Siga-os enquanto eles escrevem pelo Twitter durante os jogos para colher a energia da atividade ao vivo e compartilhe visões técnicas ou triviais”.</p>
<p>Conteúdo multitelas</p>
<p>Uma das palestras da NAB, intitulada “Como será o conteúdo da rede no futuro?” teve foco nas novas tendências que estão impactando os radiodifusores, provedores de serviços e operadoras de rede enquanto eles tentam atingir os consumidores multitelas e “Always On.”<br />
A palestrante indiana Maitryei Krishnaswamy, da empresa de comunicação americana Verizon, afirma que o atual consumo de conteúdo é multitelas, isso não pode ser ignorado. A Verizon busca personalizar o conteúdo para celular. Por exemplo, se o usuário está indo para Dallas, oferecem alguns episódios da série Dallas.<br />
Além disso, o consumidor atual quer a programação linear da TV no celular. De acordo com pesquisa realizada com consumidores de TV no celular nos EUA, a média seria de 60 minutos/ dia de uso. Existem algumas barreiras à transmissão de conteúdo pelo celular. Por exemplo, não é possível transmitir esportes da mesma forma que são transmitidos na TV, porque o conteúdo tem muito mais movimento e exige mais banda para que seja transmitido sem as irritantes paralisações momentâneas. “Não existe muito conteúdo de esporte no Netflix”, disse Erik Moreno, Senior VP da Fox.<br />
O fato é que a transmissão está se tornando móvel. Fernando Bittencourt, diretor de Engenharia da TV Globo, falou sobre o uso de 1seg &#8211; tecnologia de transmissão digital de TV para aparelhos portáteis com áudio e vídeo – para a transmissão para celulares, ônibus e carros. A TV Globo pretende ter escala e audiência advinda de todas as mídias.<br />
Clyde Smith, da Fox, falou sobre a necessidade de produção de conteúdo que seja transportável para todas as mídias. A Fox está começando a personalizar as ofertas de conteúdo de acordo com o perfil do telespectador.<br />
Um dos principais desafios é entender as preferências do novo consumidor. É tarefa de grande complexidade acompanhar os hábitos de assistir aos conteúdos em smartphones e tablets, em razão da enorme quantidade de fabricantes e tecnologias, que são atualizadas com frequência. Os provedores de conteúdo têm dificuldade de atualizar os softwares para as versões novas dos dispositivos. Um segundo desafio apontado é a dificuldade de medir a audiência em um ambiente multitelas. Alguns produtos já estão sendo desenvolvidos pelas empresas para tentar medir a atual audiência fragmentada. Existe ainda outra dificuldade trazida pela segunda tela: a rentabilização do conteúdo. Ainda está em debate qual o melhor modelo de negócio para rentabilizar o conteúdo online.</p>
<p>Concorrência no mercado de TV</p>
<p>A concorrência no mercado de TV se modificou, porque agora todas as mídias estão competindo pela atenção do consumidor. E a produção para mídia digital é muito diferente da produção para TV. As diferenças estão na linguagem, agilidade e acuracidade da informação. Para se ter uma ideia, a produtora americana Bunim / Murray separou equipes de produção de TV e para mídias digitais, e até mesmo os prédios foram separados.<br />
Podemos identificar um processo de democratização da produção e da distribuição. Mas nem todos os players conseguem reter a atenção do consumidor, porque o conteúdo precisa ser atrativo. O novo consumidor é fiel ao conteúdo que lhe interessa, ele não se importa tanto com a plataforma. Agora, o individual é parte da transmissão e é necessário dar ao consumidor aquilo que ele quer, quando e onde ele quiser.</p>
<p>Luísa Brandt<br />
Consultora</p>
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		<title>NAB 2013 &#8211; Fórum de Tecnologia – A Evolução da Tecnologia de Resolução de TV</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 19:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.laboris.com.br/wp-content/uploads/2013/05/NAB09_Logo_RGB-400x100.jpg" alt="Print" width="400" height="100" class="alignnone size-medium wp-image-1246" /></p>
<h3>NAB 2013</h3>
<p>Fórum de Tecnologia – A Evolução da Tecnologia de Resolução de TV</p>
<p>O ciclo de palestras do encontro SET e Trinta na NAB, organizado pela SET (Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão), foi bastante movimentado. Algumas das principais apresentações foram as palestras sobre as tecnologias 4K e 8K de resolução de TV. A sócia Corina Engel esteve na NAB e trouxe as principais impressões relativas à evolução na tecnologia de TV.<br />
A indústria de televisão está sempre em busca de melhorias na qualidade da imagem e do som transmitidos aos telespectadores. A sequência de evolução da resolução da TV foi a seguinte até agora: SD (Standard Definition), HD (High Definition), Full HD (Full High Definition), 2K. Atualmente, a tecnologia 4K está sendo testada e o 8k (ou Super Hi-Vision) está sendo desenvolvido no Japão.<br />
O SDTV refere-se a sistemas televisivos que tenham uma resolução de imagem que alcance certos padrões, mas que não são considerados TV de alta definição. Sobre HD e Full HD, existem diferenças em relação à resolução que as imagens podem alcançar. Quando falamos na resolução máxima que pode ser exibida em aparelhos HDTV surge então a expressão Full HD, que significa alta definição total. Os aparelhos com tecnologia HDTV podem chegar a uma resolução de 1280&#215;720 pixels. Já o Full HD chega a resoluções maiores: 1920&#215;1080 pixels.<br />
A resolução 2K é aplicada às imagens que tem 2048&#215;1080 pixels. Foi idealizada pelo DCI (Digital Cinema Initiative, consórcio formado pelos principais estúdios de Hollywood) no final da década de 1990, e a partir dos anos 2000 começou a fazer parte da primeira geração das telas de cinema digital e nas salas IMAX. A transmissão 2K está disponível em pouquíssimos aparelhos de televisão, pois foi direcionada às produções de cinema e poucas emissoras investiram nessa técnica.<br />
A resolução 4K tem 4096 x 2160 pixels, e sua qualidade é quatro vezes maior que as TVs Full HD atuais. Erick Soares, da Sony, falou sobre a tecnologia 4K, que atualmente é pensada como alternativa para transmissões ao vivo, pois através dela é possível fazer zoom virtual sem perda de qualidade da imagem. Já são comercializadas câmeras, monitores e gravadores em 4k, e serão feitos testes de transmissão ao vivo e no pós-produção da Copa das Confederações deste ano de 2013. Os filmes O Hobbit e Avatar foram produzidos utilizando a tecnologia 4K.<br />
Tecnologia 8K (Super Hi-Vision)<br />
A tecnologia Ultra High Definition Television (UHDTV) em 8K, também conhecida como Super Hi-Vision, está em desenvolvimento no Japão, sob a liderança da emissora NHK. De acordo com Takayuki Yamashita, da emissora NHK, a emissora começou a pesquisa e desenvolvimento em UHDTV em 1995. Esta tecnologia permite reproduzir imagens com até 7.680 x 4.320 pixels, que representa 16 vezes o número de pixels permitidos em uma imagem High Definition (HD) atual.<br />
O palestrante Kenichi Murayama, também da NHK, explicou que a emissora está estudando, em particular, as tecnologias de ampla capacidade de transmissão para prover serviços residenciais com conteúdo de grande volume, na próxima geração de radiodifusão digital terrestre.<br />
Esta nova geração utiliza telas gigantes, contando com múltiplos de pontos para as imagens, bem como captação dos sons de todo o ambiente. Os técnicos japoneses informam que os telespectadores terão a mesma sensação de estarem presentes no local onde está se realizando o espetáculo, com a percepção até da profundidade, mesmo não se tratando de um sistema tridimensional.<br />
A NHK apresentou a tecnologia 8K durante as transmissões dos Jogos Olímpicos de Londres em 2012, utilizando 3 câmeras para o teste. Além disso, em 2013, a emissora trouxe uma equipe para fazer experiências com a TV Globo durante o Carnaval do Rio de Janeiro, visando desenvolver mais a tecnologia. O carnaval foi o conteúdo escolhido porque tem muito movimento, cores e detalhes, sendo ideal para a tecnologia 8k. A NHK está testando o 8K para utilizar nos Jogos Olímpicos de 2016, e o planejado é que em 2020 a transmissão possa ser feita utilizando o Super Hi-Vision.</p>
<p>Luísa Brandt<br />
Consultora</p>
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		<title>TV 2.0 – O novo cenário da televisão</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 19:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Notícias]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.laboris.com.br/wp-content/uploads/2013/05/534408_518522478210750_1561237770_n-400x258.jpg" alt="534408_518522478210750_1561237770_n" width="400" height="258" class="alignnone size-medium wp-image-1242" /></p>
<p>A 8ª edição do Congresso TV 2.0 teve como tema a disputa no mercado de televisão por diferentes players na distribuição de conteúdo para múltiplas plataformas. O evento aconteceu no dia 4 de abril, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.</p>
<p>O TV 2.0 abordou as principais questões relativas ao crescimento dos serviços de video on demand (VOD) e over-the-top (OTT). Nos serviços de VOD, o usuário paga para ter acesso a um programa ou acervo. O pagamento pode ser mensal ou pontual, e o conteúdo fica disponível para o usuário assistir a qualquer hora pelo período acordado. Os serviços OTT fornecem conteúdo sem que o provedor de internet (Internet Service Provider ou ISP) esteja envolvido no controle ou em sua distribuição. A entrega dos serviços OTT não está atrelada a um aparelho ou dispositivo eletrônico específico do operador do serviço, sendo apenas necessário o acesso a um portal web ou aplicativo.<br />
Renato Pasquini, da consultoria Frost &#038; Sullivan, aponta que estes novos serviços ainda estão em fase inicial na América Latina. Alguns casos de sucesso foram apresentados, como a plataforma de VOD da Net &#8211; o Now – que demonstra crescimento de mais de 100% no consumo de conteúdo on demand entre 2011 e 2012. Outro destaque apontado foi a GVT, que atingiu a marca mensal de 45 milhões de vídeos assistidos por streaming.<br />
A Sony também apresentou seu serviço de VOD, o Crackle, que é uma plataforma gratuita e rentabilizada através de publicidade. De acordo com Jose Rivera-Font, VP e General Manager do Crackle na América Latina, o atrativo do serviço é a possibilidade de o usuário assistir filmes de Hollywood gratuitamente. A Sony estima que 25% de todo o tráfego da Internet envolve conteúdo roubado e, atraindo esta audiência para uma plataforma grátis e segura, há grandes benefícios para o usuário e para a indústria como um todo.<br />
Uma das questões mais discutidas durante o TV 2.0 foi o surgimento de um novo perfil de consumidor, que é mais fiel ao conteúdo do que à plataforma, e que precisa de opções para consumir este conteúdo. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos para o Terra TV mostra que 64% dos internautas brasileiros veem TV ao mesmo tempo em que estão na web e, deste total, apenas 7% tem foco no televisor. Marcelo Coutinho, diretor do Terra de Inteligência de Mercado para a América Latina, diz que &#8220;será decisivo para as empresas de mídia fazer seus conteúdos transitarem entre as telas&#8221;.<br />
Marcelo Coutinho acredita que o conceito de grade horária, que organiza a programação da TV tradicional, está ultrapassado. Para ele, o público atual está fora da grade horária. Flávio Ferrari, da empresa Qual Canal, afirma que “o conceito de grade é ultrapassado, mas é o que permite a inclusão de ser ouvido na rede (internet), de ter todas as pessoas assistindo a um mesmo programa e falando sobre ele.” A importante conclusão a que se chegou foi de que o consumo de web e televisão acontece simultaneamente, e não existe canibalização entre os meios, como a indústria já considerou no passado.<br />
Algumas produções recentes de vídeos para a internet estão conquistando espaço neste novo mercado, como é o caso dos vídeos infantis da Galinha Pintadinha e dos vídeos humorísticos da produção Porta dos Fundos. Juliano Prado, produtor da Galinha Pintadinha, apresentou alguns resultados no Congresso. A produção já vendeu mais de 1 milhão de DVDs, tem mais de 400 produtos licenciados e já recebeu propostas para produzir para a TV aberta. O Porta dos Fundos, representado pelo produtor Ian SBF, foi criado no YouTube em razão da liberdade oferecida pela internet. &#8220;Sempre que a gente vai fazer um vídeo, a gente não tem nenhuma trava. Só queremos saber se vai ser engraçado&#8221;, afirmou Ian SBF. Tanto Juliano Prado quanto Ian SBF acreditam que há espaço para a produção de conteúdo de qualidade para a Internet, desde que conecte com o público. A TV não é o único espaço possível.<br />
Investindo na criação de conteúdo de qualidade para a Internet, o diretor de conteúdo do YouTube para a América Latina, Alvaro Paes de Barros, falou a respeito das mudanças que ocorreram no YouTube, que deu importância à criação de canais e ao incentivo à indústria de produção de vídeos de qualidade na internet.<br />
O desafio deste novo cenário do mercado de TV é conseguir a atenção do público, já que existem novos players que concorrem entre si. Com o aumento de informações disponíveis, é cada vez mais difícil obter atenção. Antonio Barreto, CEO da DLA, considera que “é um desafio trazer conteúdo inteligente, pois a televisão está cada vez mais ‘individual’ mas vista por inúmeros públicos e cada um tem um conceito do que ela é e, por fim, isso nos mostra como devemos pensar no conteúdo para o presente e futuro”. Barreto falou sobre a experiência do NEON, novo serviço online de VOD via streaming da DLA. Carolina Montagna, da Globosat, expôs sobre o Philos TV, serviço de VOD da Globosat com conteúdo de documentários sobre arte, ciência, história, atualidades, de performances e espetáculos musicais. Segundo Carolina, o Philos TV foi criado porque a Globosat identificou, dentre os assinantes de TV por assinatura, um grupo denominado &#8220;críticos&#8221;, que tinha pré-disposição para pagar por um pacote completo de TV e não estava sendo atendido pelo conteúdo linear. A atenção do público será obtida, ao que parece, através da relevância de conteúdo, já que existem muitas ofertas e apelos a este novo consumidor, exigente e conectado.</p>
<p>Luísa Brandt<br />
Consultora</p>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 19:45:13 +0000</pubDate>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 19:39:44 +0000</pubDate>
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